MIELOMA MÚLTIPLO (Part.4)


Bom, há algumas semanas iniciamos o estudo sobre o que é o mieloma múltiplo, hoje vamos falar sobre:

COMO SE DEVE ESCOLHER ENTRE OS TRATAMENTOS DISPONÍVEIS.
As recomendações e propostas de tratamentos são recebidas pelo paciente junto ao diagnóstico ou na recidiva do mieloma. Geralmente, quando o paciente recebe o diagnostico, está ansioso e ainda não esta bem informado sobre a doença e as opções de tratamento. Nesse momento, a situação é carregada de emoção, não sendo a melhor ocasião para explicações técnicas complexas. A maioria dos médicos deve reconhecer isso, e inicialmente, orientar o paciente quanto às decisões mais urgentes, deixando as decisões menos criticas para um momento menos emotivo.

Se for necessário tomar uma decisão sobe o tratamento, a primeira regra é parar e pensar, a não ser no caso de alguma intervenção para tratar de um sintoma agudo que ameace a vida. Mas, há poucas decisões que não podem esperar uma segunda opinião ou uma reflexão pessoal. Além disso, certas decisões de tratamento podem excluir determinadas opções futuras de tratamento. Por exemplo, certos tipos de quimioterapia não devem ser utilizadas se um transplante autólogo de medula [óssea for provável no futuro.
Isso não significa que deva ser sugerido aos pacientes que recusam um tratamento critico.
Entretanto, é importante perguntar ao seu médico quais são as decisões sobre o tratamento mais urgente e quais deles podem esperar.
Quando a situação permitir, deve-se obter mais de uma opinião antes de iniciar o tratamento.

Quando se fala em tratamentos, é necessário entender os objetivos. As recomendações do tratamento incluem varias medidas, com objetivos diferentes. Frequentemente, certas medidas do programa de tratamento são mais urgentes do que outras e requerem decisões mais rápidas. 

Outras têm objetivos mais a longo prazo, havendo mais tempo para se decidir.
 Além de alguns tratamentos que comprovadamente estabilizam a doença e que são paliativos, não há outros que sejam absolutos para o tratamento do mieloma. Por exemplo, o transplante de medula óssea ou de células tronco-perifericas não é uma necessidade, mesmo quando viável em um paciente jovem e saudável. Os esquemas de tratamento para induzir à remissão. Geralmente quimioterapia, não podem garantir resultados. Os médicos têm informações sobre a porcentagem de êxito e podem usar diferentes analises para ajudar na escola de programas de tratamento que tenham os melhores resultados. O mesmo pode ser dito sobre os transplantes de medula óssea, que objetivam a cura.
Semana que vem será a ultima parte e falaremos sobre as perguntas que deverão ser feitas ao médico. Espero que tenham gostado!!

Parte  -->1<---->2<---->3  

Por Yasmeen Chehayeb.
Gazetadebeirute

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