Salafistas manifestam contra armas do Hezbollah


Foto: DailyStar-
Aproximadamente 500 partidários do salafista Sheikh Ahmad Assir, com forte esquema de segurança, realizaram quatro manifestações pacíficas em áreas separadas de Sídon domingo, para protestar contra as armas do Hezbollah. 

Os manifestantes, que ocuparam 3 quarteirões  perto da estrada costeira e a Praça da Bandeira na entrada norte de Beirute, levavam cartazes de oposição à posse de armas do grupo de resistência, que diziam: "Não às armas da decepção, não às armas do Irã no Líbano”, “Não às armas de Wilayat al-Faqih”, “ Não ao 7 de maio”, “Não à proteção de criminosos ". 


Ahmad Hariri, um dos porta-vozes de Assir, disse que eles estavam protestando pacificamente em quatro praças simbólicas para lembrar as pessoas do slogan “Não à hegemonia de armas”, e disse ainda que Assir tem estado ausente de manifestações públicas semanais, contra o Hezbollah, desde dezembro, em respeito as celebrações de natal dos cristãos, mas que ele continua realizando conferências e campanhas de conscientização, embora algumas não tenham sido abertas à imprensa. 


Osama Saad, do Movimento Nasserista, bem como donos de bares, cafés e restaurantes não gostaram  das manifestações, alegando que essas manifestações prejudicam os estabelecimentos que já vem sofrendo com a crise no país, e que após o prejuízo causado pelas tempestades da semana anterior, eles esperavam ter um domingo normal e de movimento nesta semana. Saad disse que o Ministério do Interior não deveria patrocinar esse tipo de manifestação, que também atrapalha o trânsito da cidade, em pleno domingo, onde famílias saem de casa para passear na cidade. 



Também em Sídon no último domingo (13), membros da Agência Interna de Informação das Forças de Segurança e do Exército, se dirigiram a um centro da Defesa Civil, no norte de Sídon, após terem sido chamados para averiguar relatos de objetos suspeitos encontrados em um veículo da Defesa Civil, perto da mesquita Zaatari. Mas após verificar a área, especialistas em explosivos disseram que os objetos encontrados no caminhão da Defesa Civil não eram bombas, mas fogos de artifício. 




CLAUDINHA RAHME
Gazeta de Beirute

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