De Koura ao Brasil, ida... retorno

Feira do Livro- Destaque- “De Koura ao Brasil, ida... retorno” por Salim Miguel. Venha apreciar essa obra que envolve nossas pátrias. Data e horário:  7 de março de 2013, das 17h00 às 20h00...

Na Feira libanesa do Livro em Antelias

A Editora  Todo o Oriente (Dar Saer Mashrek)

Tem a satisfação de convidar para o lançamento do livro:
                               
                                  De Koura ao Brasil, ida... retorno

                                            Salim Miguel

Data e horário:  7 de março de 2013, das 17h00 às 20h00

Local: Estande  - Editora Todo o Oriente (Dar Saer Mashrek), Salão principal – Antelias

Para confirmaçao ou não: info@entire-east.com 

Capa do livro

Salim Miguel

De Koura ao Brasil, ida... retorno

                                             Romance

                         Tradução a partir da lingua portuguesa
                                        
                                         Youssef Mousmar

                       Editora Todo Oriente (Dar Saer Mashrek)

Obs.: Titulo original em portugues: “Nur [Luz] na escuridão” . Novo título: Kura é a região do norte do Líbano, onde nasceu o autor.

Biografia

"Salim Miguel é o mais velho de sete irmãos, nasceu em Kfarsourun – Koura, Líbano em 30 de janeiro de 1924, filho de José Jacob Miguel (Kfarsourun 1897) e Tamina Athye Miguel (Amiun 1903). A família chega ao Brasil em 1927. Salim Miguel jornalista e escritor foi também livreiro e editor. Salim teve mais de 30 livros publicados. Por Nur na Escuridão recebeu em 1999 o prêmio "melhor romance do ano" da associação paulista de críticos de arte. Pelo mesmo livro o prêmio Zaffari-Bourbon durante a jornada literário de Passo Fundo (RS) para romance publicado entre 1999 e 2001. Recebeu o prêmio Juca Pato "intelectual do ano" da União Brasileira de Escritores. Em 2002 o título "Doutor Honoris-Causa" da Universidade Federal de Santa Catarina. Recebeu o prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras pelo conjunto de obra em 2009. Tem 31 livros publicados: conto, romance, depoimento, crítica literária. Alguns: Velhice e Outros Contos (1951),  A Morte do Tenente e Outras Mortes, contos (1979), A Voz Submersa, romance (1984), 1º de Abril Narrativas da Cadeia (1994), As Confissões Prematuras, romance (1998), Nur na Escuridão, romance (1999), Mare Nostrum, romance (2004), O Sabor da Fome, contos (2007), Minhas Memórias de Escritores, perfis literários (2008), Jornada com Rupert, romance (2008), Reinvenção da Infância, romance (2011)." 

Livro

Usando o tempo e recursos memorialísticos como condutor da história e transformando 
todos em personagens, até ele próprio, Salim narra  à história da imigração de uma família 
libanesa ao Brasil com estilo e visão de mundo, com ritmo e fusão de tempos e emoções, e 
mostra que está sempre em busca do novo na sua escrita. Evolução esta que pode ser muito bem  vista na progressão de suas obras. Mais uma vez citando Appel: “Das duas ou três coisas que se  pode concluir a respeito da obra romanesca de Salim Miguel, a primeira é que escreve não apenas para distrair, mas para problematizar, sem excluir  a fruição”. 

E agora o fim, ou será o começo? Entretanto, eu diria que após todo este estudo sobre 
história, memória e literatura, sobre todas as histórias de Salim Miguel e sobre toda a sua própria história eu não chego a um fim, mas sim a um princípio. Começo este que tem o cerne da  pesquisa enraizado à obra autobiográfica de Salim Miguel NUR na Escuridão (em árabe: De Koura ao brasil, ida... retorno). O livro carrega em toda a sua enunciação as memórias, experiências e história de vida do autor, vale também lembrar que parte dessa arquitetura literária é baseada nas memórias de seu pai Yussef, e que, estas, muitas vezes servem de apoio para o desenrolar da história. NUR transporta além de tirocínios pessoais uma grande quantidade de referenciais históricos, o que a torna, também, uma narrativa histórica.  Levando em conta as divergências entre história e literatura e que resultaram no século XIX na busca da história pela: [...] sua cientificidade a partir do modelo das ciências físicas e naturais e, para tanto,  pretendeu proscrever a dimensão literária do discurso histórico. O historiador deveria  descrever e ou explicar o passado de maneira racional e objetiva, cabendo aos literatos  reinventar os fatos de acordo com sua imaginação e  subjetividade.

Saiba mais lendo também este artigo do  Jornal O Globo, sobre o este grande autor e o evento- http://g1.globo.com
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