TRAIÇÃO: HOMENS X MULHERES



Quando se trata de traição, nunca sabemos quando, com quem ou se realmente irá acontecer. Entretanto, segundo um site de relacionamentos extraconjugais, o signo do zodíaco pode dar pistas de uma traição no caminho. Tendo como base os mais de 13 milhões de usuários cadastrados, o site extraiu dados de seu sistema, e constatou que os homens piscianos e as mulheres geminianas são os mais infiéis. A pesquisa apontou que 17% dos homens cadastrados pertencem ao signo de Peixes, enquanto 20% das mulheres são de Gêmeos. Segundo o site, a propensão à infidelidade desses signos pode estar ligada as suas personalidades, mais inquietas e flexíveis.

Agora se você está pensando em ter um caso com alguma pessoa de Touro ou Escorpião, não se anime. O estudo descobriu que as mulheres taurinas (com 1% de inscrições no site), e os homens de Escorpião (com 3%), são os mais fiéis do zodíaco.  Para o site, a lealdade, estabilidade e segurança desses signos, os fazem ser irredutíveis quanto à traição. Mesmo os casais mais apaixonados estão sujeitos a enfrentar o vendaval chamado traição. São inúmeros os motivos que podem levar alguém a trair, desde tédio conjugal até a vontade de ter novas experiências, ou simplesmente, ter uma oportunidade.

O fato é que, exceto nos casos em que uma nova paixão destrua a relação em definitivo, muita gente consegue, após algum tempo, perdoar a escorregada do parceiro. "Se existe amor, os dois juntos devem fazer um esforço para compreenderem e superarem esse momento, que pode ser extremamente doloroso. Mas, sim, sempre é possível restabelecer a confiança e a cumplicidade que foram abaladas", explica a psicóloga Carmen Cerqueira César, de São Paulo. Porém, não são poucos que, mesmo desejando esquecer o episódio e continuar o romance, não conseguem, por uma série de preocupações, como "O que vão pensar de mim?" ou "Será que isso vai acontecer de novo?".

Ninguém deseja ser alvo de infidelidade, mas não há nenhuma espécie de blindagem que impeça uma relação de atravessar o problema, é uma ilusão achar que filhos, dinheiro, bom sexo, ou amor sincero, sejam garantias de fidelidade. Toda crise, porém, oferece a oportunidade de aprendizado e evolução. Quando encarada, sem chantagens emocionais, ameaças insanas e planos de vingança, a traição pode ser superada e, talvez, esquecida. Para que isso aconteça, os especialistas afirmam que algumas etapas precisam ser vividas. 

Choque: A revelação da traição é algo muito dolorido, já que desmorona toda a idealização do parceiro. Aquela imagem de pessoa que construímos na nossa mente, perfeita, fiel, amorosa, agora precisa ser revista e modificada. É nesse momento que as pessoas têm a impressão de que se relacionavam com alguém que no fundo não conheciam. Praticamente todo mundo que é traído vive essa fase. O momento da descoberta é muito difícil, porque paralisa. A pessoa fica sem ação, e sofre demais por isso.

Negação: Não é raro negar o fato da traição. Nessa etapa, muita gente se dispõe a “ver para crer” e começa a perseguir o parceiro a fim de comprovar a infidelidade, ou ao contrário, finge não notar os indícios (às vezes, claríssimos) da traição, agindo como se o problema não existisse. Há pessoas que preferem não tomar conhecimento de detalhes. Dizem para si mesmas ‘isso não é verdade’, e tentam esquecer o problema. A negação não é positiva, se a pessoa se concentra apenas no fato consumado, em vez de buscar explicações para o que aconteceu. Nem todos passam por essa fase. Muitos, no momento da descoberta, vão direto à próxima etapa: a raiva.

Raiva: A raiva é um mecanismo de autodefesa. O indivíduo tende a se proteger da dor da traição odiando. É muito menos dolorido sentir raiva e jogar toda a culpa nos ombros alheios do que parar para refletir e tentar compreender se havia algo de errado na relação. Há, ainda, um desejo inconsciente de camuflar a própria culpa por ter “levado” o parceiro à traição. Os motivos? Vários: pouca atenção ao relacionamento, desleixo físico, comunicação truncada etc. A raiva é produtiva porque, ao contrário do choque, gera movimento, ação, ela impulsiona a discussão. Com isso, mesmo que com palavras duras, a verdade de uma relação vem à tona.

Mágoa: Depois de um tempo, é comum que a raiva passe, ou no mínimo, abrande. Sem esse sentimento no caminho, a pessoa traída consegue pensar também, naquilo que perdeu de positivo. A relação passa a ser vista como um todo, com diversos bons momentos partilhados, e não somente como um episódio ruim. Por isso, dói, mas é uma fase importante de aprendizado. Os prós e os contras são avaliados com maior critério. 
  
Perdão: Com a dor, as reflexões começam a acontecer e já é possível parar e compreender a traição de uma forma diferente, entendendo suas razões e avaliando se tais motivos podem ou não continuar a interferindo na relação. Com exceção de situações escandalosas e/ou constrangedoras, a traição não é o fator determinante para a ausência de perdão, mas, sim, a própria escala de valores de cada pessoa. As razões pelas quais as pessoas reatam, ou perdoam, nem sempre estão ligadas ao orgulho ou à opinião dos outros. Em geral, os motivos são muito mais profundos e ligados à confiança, e lealdade. É possível compreender a traição e as suas razões, se assim valer a pena para a relação. Mas, se a escolha é perdoar, é preciso fazer isso de verdade, compreendendo e aceitando de fato as razões que a outra pessoa teve para trair. Não é tão simples perdoar totalmente, pois as pessoas apresentam uma grande dificuldade de se colocar no lugar do outro para tentar compreender suas atitudes.

Superação: A traição é ao vínculo, ao propósito, que até então vinha se tendo na vida em comum. E é bastante triste quando se trata de pessoas com boas perspectivas com relação à união. Porém, muitos casais que têm um bom relacionamento, e convivência, passam por situações de infidelidade e conseguem perdoar em razão da parte boa que os une. Muita gente diz que perdoou, mas não supera o episódio. Ele se torna um fantasma na convivência a dois, dando as caras em conversas ferinas sempre que acontece alguma briga ou desavença. Algumas pessoas não se separam nunca mais, mas isso não significa que vivam bem. É preciso virar a página de vez, e não olhar para trás, para dar continuidade ao relacionamento.


Dúvidas mais comuns, motivos que impedem as pessoas de perdoarem uma traição, e como lidar com elas:

- Não ferir seu orgulho: De que adianta, tentar se fazer de forte, e recusar todos os pedidos de desculpas de quem lhe traiu, se você ainda ama essa pessoa, e acredita que uma segunda chance valeria a pena? Há quem sinta prazer em ver o outro se humilhar ao implorar desculpas, e calcule um prazo sádico, para o sofrimento alheio para só depois aceitar o perdão. O problema é que o tempo passa e ninguém está imune de mudar de ideia... Se a intenção é superar a traição, faça isso logo. É bom deixar o orgulho ferido de lado, e refletir sobre a sua responsabilidade no que aconteceu.

- Vergonha de perdoar: É recorrente o receio de continuar a relação por vergonha de ser visto como uma pessoa traída e incapaz de se impor. Porém, ninguém  deve colocar sua felicidade nas mãos de terceiros. Ou seja, nada de tomar decisões baseadas na opinião alheia. Se os parentes ou os amigos não apoiarem a decisão, que pena. Mas é bom lembrar que quem gosta da gente de verdade não costuma cobrar, e, sim, apoiar as escolhas que nos fazem bem.

- Medo de mudar de ideia: No auge da raiva, quem foi traído xinga de todos os nomes possíveis, a pessoa que traiu. Depois, com os pensamentos mais calmos, e o coração arrependido, precisa engolir os xingamentos que disparou aos colegas e parentes. Como só quem está em um relacionamento conhece todos os seus aspectos, fica difícil para quem está de fora, entender o porquê do perdão. Afinal, ninguém quer ver uma pessoa querida sofrendo por amor. A vida de um casal diz respeito só aos dois, e mais ninguém. Por isso, tome muito cuidado com o que se fala no momento da dor. Porque depois, ao voltar atrás, você acaba ficando sem jeito de perdoar uma pessoa, depois de tudo o que falou sobre ela para os outros. O ideal era que você não tivesse proferido todas as ofensas aos quatro ventos. Agora, que já o fez, mas decidiu perdoar, em vez de ficar dando mais detalhes sobre as razões do reenlace, é melhor, simplesmente, assumir a atitude e seguir adiante, quer gostem, quer não.

- Alimentar a autopiedade: Para muita gente, é cômodo ficar no papel de vítima, pois é uma forma de chamar a atenção (e ganhar paparicos) da família, dos amigos, dos colegas de trabalho. A história da traição vira um dramalhão mexicano. Tem gente que vive, e se sente valorizada, sendo vítima o tempo todo. A autoestima dessa pessoa é tão baixa, que ela se sente merecedora de um subproduto do amor: a pena.  Dessa forma, não retomar o romance, serve como pretexto para ser visto como uma vítima do ex-parceiro. Infelizmente, quem age assim, mesmo que volte aos braços da pessoa amada, corre o risco de sempre jogar a traição na cara dela, a não ser que mude a forma de se relacionar.

- Receio de uma recaída: A principal sequela de uma traição é a perda da confiança com relação ao parceiro. Isso torna a pessoa insegura sobre qualquer projeto comum, inclusive com relação à continuidade e permanência do vínculo, daí o grande número de separações. O medo procede apenas se o parceiro, ou a parceira, for do tipo galinha. Aí, é claro que haverá medo da recaída, porque faz parte do perfil da pessoa. Mas, às vezes, não é o caso, e a tal traição ocorreu por um motivo qualquer, sendo possível de ser superado. Trata-se de um acidente de percurso, que merece ser reavaliado em nome de algo maior que existe entre os dois.

- Medo do futuro a dois: O medo em relação ao futuro reúne razões muito profundas, ligadas à quebra de confiança e lealdade, o que pode tornar dificílima a reconstrução da relação.  É fundamental acreditar que tudo dará certo, afinal, a volta será sempre uma nova relação. Não dá para começar pensando no fim. Quem tem medo de perder, perde. Muitas vezes, o medo é tanto que a pessoa acaba agindo de uma maneira, que afasta o outro. É muito importante que as pessoas tenham uma boa estrutura emocional para poderem se sustentar emocionalmente. Assim, elas são livres de fato, e podem escolher. 

Esqueça aqueles velhos clichês de novelas, e filmes dos anos 80, em que a esposa desconfiada investiga os pertences do marido, até achar uma malfadada mancha de batom no colarinho da camisa, ou um comprovante de cartão de crédito, com nome de motel. Hoje em dia, os batons têm melhor qualidade, os motéis se escondem sob a sutileza de uma razão social pouco sexy, e os infiéis estão um pouco mais atentos para não deixar pistas tão evidentes da traição. Mas mesmo assim, ainda é possível perceber sinais que indicam a infidelidade do outro. Namorados, noivos ou cônjuges têm seus próprios costumes e particularidades que somente os dois podem entender. Quando um ou outro muda seu jeito de ser, é bom ficar alerta. A mudança pode ser sutil e, em muitos casos, não é para pior, mas para melhor. Um bom exemplo é o marido que passa a encher a esposa de presentinhos, sem motivo especial.

Hoje em dia as mulheres traem tanto quanto os homens. Isso acontece principalmente com as mais novas, pois a conquista do mercado de trabalho ampliou as oportunidades de trair. Para elas, há uma ‘vitrine’ tentadora de homens. As mulheres também são mais cuidadosas para não levantar suspeitas, enquanto duas semanas é o suficiente para provar que um homem está tendo um caso, às vezes é necessário meses, para comprovar a traição de uma mulher, porque as mulheres não são óbvias. 

Quem comete uma infidelidade passa a demonstrar valorização da aparência, em todos os sentidos, e um estado diferente de alegria. A experiente detetive paulistana, Angela Bekeredjian, cita sete pistas para identificar homens e mulheres que traem. Apesar de indicarem a possibilidade de o outro estar vivendo um caso extraconjugal, ela recomenda cautela na hora de tirar conclusões, pois algumas mudanças de comportamento podem na verdade, significar uma fase de cansaço, ou crise, em algum aspecto da vida.


Sete Pistas Masculinas de Traição:

Os homens costumam ficar avoados e distraídos, com o pensamento distante.

Ele passa a ouvir músicas românticas, diferentes do estilo habitual, inclusive aquelas que ele sempre detestou.

Compra cuecas e meias novas, coisa que até então a esposa se encarregava disso.

De uma hora para outra, fica organizado: para de deixar as roupas espalhadas, e de esquecer o celular. 

Ficam indispostos para sair, alegando falta de dinheiro, dor de cabeça, ou preocupação excessiva, e estão sempre tensos.

Embora tente disfarçar, o apetite sexual masculino diminui... pelo menos com a “oficial”.

Dão presentes e flores sem nenhum motivo especial, e ligam, ou mandam e-mails, para saber se “está tudo bem”.



Sete Pistas Femininas de Traição:

Com a autoestima elevada, as mulheres ficam mais fogosas, e dispostas a experimentar novidades na cama.

As mulheres que cozinham bem passam a cozinhar melhor. As que não sabem fritar nem um ovo, de repente, passam a promover jantares.

Começam a dizer que fizeram novas amigas, e para poder se encontrar com o amante, dizem que vão sair com “elas”.

A mulher fica mais atenta a tudo, principalmente aos cuidados com a casa.

Embora seja mais discreta, a mulher se sente valorizada por ter um amante, e isso a torna mais confiante.

Para compensar as “puladas de cerca”, e evitar que o parceiro descubra, elas ficam mais carinhosas.

As que mal sabiam usar um celular viram “experts”, da noite para o dia, a ponto de bloquear o aparelho com senha. As que já vivem com o celular na mão, não desgrudam dele nem um instante, e ficam conferindo o aparelho diversas vezes, “sem motivo aparente”. 



O homem que trai fica nervoso quando

- A mulher, em um misto de sutileza e cinismo, faz perguntas como: “Eu seria capaz de matar se soubesse que estou sendo traída. E você? Perdoaria traição?”

- A mulher, ou namorada,  avisa que vai busca-lo no trabalho bem no dia daquela “reunião”, que vai acabar muito tarde.

- A “outra” liga. Em geral, os homens tentam assumir um tom de voz mais formal para disfarçar e até se referem à amante, como “Senhor Fulano”, mas a modulação da voz entrega que estão conversando com uma mulher.



A mulher que trai, fica nervosa quando:

- Alguém comenta que a viu na rua. “Sério? Onde? Quando? Tem certeza absoluta que era eu?”

- O parceiro pergunta em quê ela está pensando

- As amigas mais íntimas comentam com o parceiro, que ela está distante e ausente.



Curiosidades da traição:

- Um determinado site de traição no Brasil, tem 281 mil usuários e 1 milhão de visitantes.

- São Paulo lidera os cadastros, com 72 mil membros registrados, onde 67% são homens.

- 90% dos homens e 89% das mulheres cadastrados tiveram pelo menos uma relação fora do casamento.

- A maioria dos brasileiros não tem apenas um caso durante a vida. 65% dos homens e 32% das mulheres já tiveram pelo menos cinco casos. 38% das mulheres disseram ter tido entre dois ou quatro casos.

- A maioria dos brasileiros (79% dos homens e 77% das mulheres) afirma que o fato de ter casos extraconjugais, evita a necessidade de pedir um divórcio.


Motivos que fazem homens e mulheres traírem seus parceiros

Na época de nossas avós, a traição do marido era comum. “Coisa de homem”, diziam as mulheres, resignadas com a situação. Mas os tempos mudaram. As moças conquistaram espaço, atribuições e igualdade, e a política do “olho por olho” se tornou popular nos relacionamentos. Hoje, se a mulher não tem o que precisa dentro de casa, ela também vai procurar fora. 

Pelo menos é o que aponta um estudo de um site direcionado a pessoas comprometidas, que desejam ter um caso. Em pouco mais de dois meses de atividade no Brasil, o site já conta com 281 mil usuários, sendo mais de cem mil inscrições só de mulheres. E mais: a cada 17 segundos, uma nova mulher em busca de relações extraconjugais, entra na rede.

Mas o fato é que a traição tem agradado a ambos os sexos. Outra rede social também voltada ao tema, recebe cerca de 3 mil inscrições por dia, totalizando 130 mil “traidores” apenas no Brasil. E só no Dia do Amante, comemorado todo dia 22 de Setembro, quase 7 mil novos usuários se registram.


A mulher trai quando:

1. Falta diálogo

Conversar sobre os pequenos prazeres da vida, e até passar por uma “DR” (discutir a relação) de vez em quando, deixa a mulher mais segura no relacionamento. Falar sobre sexo também é importante, já que o assunto ainda é tabu para muitos casais. As mulheres sabem exatamente como e onde querem ser tocadas, mas a falta de conversa, e muitas vezes de intimidade, com o parceiro as afugenta. A mulher é diferente do homem, precisa se sentir relaxada e segura para poder entregar-se ao prazer. E a maioria dos maridos peca por não dar atenção, ou não ter paciência, para isso.

2. Não há romance

Em outros países, a falta de sexo é um dos principais motivos para a traição. Mas, quando se trata das brasileiras, a falta de carinho, romance e atenção por conta do parceiro, é uma das questões que pesam mais. 

3. Falta emoção na vida do casal

A mulher costuma criar muitas expectativas em torno de um relacionamento. Mas a vida não é um conto de fadas, tampouco existe o “príncipe”, encantado. Todo mundo precisa de um complemento afetivo. A decepção da mulher com o perfil masculino, a falta de sensibilidade deste, e a sua frustração diante da expectativa fantasiosa de romance, podem fazer com que a mulher procure emoções mais fortes fora de casa. 

4. Acumula funções

É comum o desejo esfriar com o tempo, especialmente se o casal tem filhos, e a mulher precisa sobrepor suas funções com a de mãe. A mulher acaba por trair nessas situações, porque perde sua ligação afetiva, e hipervaloriza a relação fraterna com o marido. Traduzindo: eles viram parceiros, grandes amigos, ou apenas dividem a vida, a rotina, as brigas e desentendimentos. Ela coloca acima de tudo a família, os filhos e todo o enlace social e econômico. Aí fica um vazio, a falta do par romântico. O resultado: traição, e de ambos os lados.

5. Está insatisfeita com sua vida

Vida pessoal instável, uma carreira que não é a dos sonhos... Quando estão insatisfeitas com as escolhas do passado, ou com o rumo no qual a vida caminha, as moças têm tendência a trair. Hoje, a mulher está assumindo um papel mais 'masculino'. Empenha-se em desenvolver o lado profissional, e não deixa aflorar suas necessidades de mulher. Quando se dá conta, o tempo passou e ainda não se casou, ou teve filhos. Quando chega aos 30, 35 anos, bate o desespero e ela sai ‘à caça’ de um parceiro. Quer avidamente se casar, o que faz com que os relacionamentos sejam curtos, e a seleção, precipitada. Quando cai em si, se decepciona com o homem que escolheu. Assim, acontece de ela sair à procura de um complemento mais adequado ao seu perfil.

Características das mulheres que mais traem no Brasil:

- Idade média: 33

- 39% são executivas

- 59% são casadas e têm pelo menos um filho

- 52% são casadas há sete anos ou mais

- 36% traem por vingança

- 67% preferem homens mais velhos (entre 40 e 50 anos)



O Homem trai quando:

1. Falta sexo em casa

Que homem nunca ouviu o famoso “Hoje não, estou com dor de cabeça”? Uma vez, ainda vá lá. O problema é quando esta, e outras desculpas, acontecem com muita frequência. 

2. Entregam-se à poligamia

Os homens consideram a infidelidade algo biológico. Para ele, é natural ser poligâmico; já as mulheres são educadas para ligar o sexo ao amor. Tanto que, em um mercado em que os maridos são escassos, as brasileiras casadas sentem-se triplamente poderosas: por terem um produto raro e extremamente valorizado no mercado; por se sentirem superiores e imprescindíveis para seus maridos; e, principalmente, por acreditarem que são fiéis.

3. Há mais mulheres (e amantes) que homens

Há uma grande diferença entre o número de homens e mulheres à procura de parceiros. A população está envelhecendo, e a composição da faixa mais velha é majoritariamente de mulheres. A frase ‘falta homem no mercado’ é uma realidade bastante cruel. E, já que falta homem solteiro, as mulheres se acomodam com o que há de oferta: ser a “outra” de um já comprometido. E eles aproveitam para trair mais. Os homens têm mais escolhas, e quanto mais velhos, melhor fica o mercado para eles. Já para as mulheres mais velhas e solteiras, restariam as opções do casamento insatisfatório, a solidão, a relação com outra mulher, ou buscar parceiros mais jovens, ou de outras classes sociais. Ou seja, ser amante de um homem casado se apresenta como uma solução para as que ‘sobram’, e não um fracasso individual, ou uma predisposição psicológica.

4. Falta ousadia na cama

A grande maioria sente falta de ousadia e cumplicidade na hora do sexo. A mulher não entende que o homem quer: a dama na sociedade e a amante na cama. Se ela não inventa, ele enjoa e vai 'comer fora'; é normal. A principal queixa masculina é a falta de atitude, vaidade e feminilidade, por parte das esposas. Por isso, eles passam a procurar mulheres assim, fora de casa.

5. Sente-se inseguro com sua virilidade
Dar conta do recado é questão de honra para o homem. E, se ele já não se sente tão confiante, procura culpados para o problema. Quando são tomados pelo medo de falhar (leia-se broxar), muitos homens fazem o teste do ‘pula cerca’, no intuito de averiguar se o problema é com ele, ou em casa. Se sua companheira é de personalidade forte, o problema só se agrava. Ele sente que a mulher está muito competitiva, objetiva e determinada com o trabalho, e as resoluções da vida do casal. Nesse momento, vai à busca de outra mais feminina, submissa, mansinha, para ele se sentir mais macho.

Características dos homens que mais traem no Brasil:

- Idade média: 42

- 69% têm dois ou três filhos

- 29% trabalham com finanças ou no setor industrial

- 34% traem para sair da rotina

- 62% têm mais de um caso

- 73% preferem mulheres mais novas (entre 20 e 30 anos)


CLAUDINHA RAHME
Gazeta de Beirute
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1 comments:

  1. Minha amiga me indicou a https://www.syncsoft.com.br e hoje vejo absolutamente tudo que meu namorado faz no celular, consigo acompanhar cada passo dele, eu recomendo!

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