Chechenos e The Craft suspeitos do atentado de Boston


Foto: Brasilianas.org

Depois de uma denuncia, e de imagens capturadas por câmeras de segurança, o suspeito pelo atentado na Maratona de Boston, Dzohkhar Tsarnaev, o checheno de 19 anos, naturalizado americano, foi acusado formalmente pelas autoridades americanas. Isso ocorreu no hospital onde ele se encontra internado em estado grave, depois de receber um tiro na garganta durante as perseguições policias. Segundo a denúncia, um dos suspeitos teria dito ao homem de quem roubaram um carro perto da meia-noite de quinta-feira para fugir da polícia: "Você ouviu sobre a explosão em Boston? Eu fiz aquilo". Tsarnaev disse à polícia, que o irmão, baleado e morto na semana passada, foi o mentor do crime; e que os ataques foram motivados pelo envolvimento do país nas guerras do Iraque e do Afeganistão. Na República russa do Daguestão, parentes de Tamerlan disseram que o sobrinho, que esteve na região no ano passado e foi interrogado pelo FBI a pedido do governo russo, não era um radical islâmico. 

"Ele era interessado em religião, mas nunca foi um fanático", disse sua tia Patimat Suleimanova. Em 2011, o FBI investigou o mais velho dos irmãos Tsarnaev, a pedido das autoridades russas, que diziam ter indicações de que ele aderira a uma visão radical do islã, e estaria se preparando para viajar até à região, para entrar em contacto com grupos radicais. 

Na época, a polícia federal norte-americana não encontrou razões que confirmassem as suspeitas, mas o nome de Tamerlan foi incluído na vasta lista do Centro Nacional de Contraterrorismo, também conhecida pela sigla TIDE (Terrorist Identities Datamart Environment), que inclui cerca de 450 mil nomes de "conhecidos suspeitos, ou potenciais", envolvidos em ações terroristas, embora nem todos sejam alvos de vigilância. O nome de Tamerlan não foi incluído nem no registro de pessoas proibidas de viajar de avião, e nem na lista dos indivíduos que terão de serem sujeitos a um controle mais rigoroso nos aeroportos.

Entretanto, pelo menos cinco militares terceirizados (mercenários) da The Craft, empresa de segurança militar semelhante a Black Water, estavam operando na cena do crime. Todos carregavam mochilas pretas, semelhantes às usadas para carregar as panelas de pressão com bombas, mas a mídia tradicional está censurando completamente qualquer menção a esses mercenários da The Craft, como se eles não existissem. 

Só a mídia alternativa está conduzindo uma investigação verdadeiramente jornalística desses ataques. A mídia tradicional não está interessada na verdade, só querem torcer as informações, no intuito de culpar os suspeitos de sempre (árabes e americanos extremistas), por algo em que eles não participaram. 

Alguém parece não querer mostrar a verdade, mesmo depois do surgimento de várias imagens, que mostravam esses militares terceirizados no meio da maratona, carregando objetos estranhos, parecidos com rádios, detectores de radiação, usando camiseta e boné com o logo da “The Craft”.

As mochilas bomba são incrivelmente semelhantes às mochilas usadas pelos mercenários da Craft, o que torna a situação realmente assustadora, porém, os funcionários da Craft não trabalham de graça. Eles não são um bando de voluntários a serviço independente do mal, eles foram pagos para estarem ali. 

Ficam as questões:

Quem pagou a Craft para ir à maratona? E qual era sua missão?
Por que sua presença na Maratona de Boston está sendo ignorada? 
Por que essas pessoas, não estão sob investigação?
Por que eles carregavam detectores de radiação? 
O que havia em suas mochilas?

As investigações continuam...


Fonte: Washington Post, TV Brasil, Brasilianas.org, e MundoP. 

Therese Mourad
Gazeta de Beirute
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1 comments:

  1. Poxa , finalmente alguem toca nesse assunto . obrigada.

    Carla Masri

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