Correspondentes do mundo todo noticiam a Síria pelo Líbano



Grande parte dos jornalistas de todo mundo, estão em Beirute, relatando sobre os conflitos na Síria. Observando grandes jornais do Brasil, e internacionais, podemos notar que a localização de vários correspondentes, geralmente é: BEIRUTE.

De fato, o jornalista em um paíz vizinho, está mais informado sobre a situação do que países que nada tem haver com a região, no entanto, os jornalistas que estão na Síria, são geralmente árabes, e estes passam as notícias, em meios de comunicação árabes, e os correspondentes estrangeiros, tomam conhecimento das novas notícias, e depois cada um em sua língua descreve a situação para o mundo.

Até mesmo grandes agências de notícias, como Reuters,  ás vezes, descrevem a situação da Síria, através de correspondentes, no Líbano. No entanto, há jornais que enviam correspondentes até a Síria, mas isso custou a vida de muitos jornalistas.

Como Gilles Jacquier, Remi Ochlik, Anthony Shadid, Marie Colvin, e mais de 100 outros jornalistas sírios, onde em sua maioria, foram mortos em Homs.

Muitos outros, foram mortos na fronteira, com a Turquia e o Líbano, como é o caso do libanês, Ali Shaaban. Entretanto, outros desapareceram.

É importante destacar, o jornalista, sobrevivente, Klester Cavalcanti, brasileiro, que chegou a Homs, e acabou sendo preso, e após os “Dias de Inferno na Síria”, também título de seu livro, felizmente foi libertado.

Com o aumento dos conflito na Síria, a grande parte dos jornalistas, relata do Líbano, onde a fumaça do fogo da Síria, já se alastrou por aqui.

Já, pensei em ir para lá, porém, sei que mesmo assim, poucas fatos, poderão ser confirmados.

Chadia Kobeissi
Gazeta de Beirute
18-05-2013
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