Discurso de Obama vai da Síria à espionagem na Alemanha

Foto: AFP

Durante sua visita a Berlim, Barack Obama fez um pronunciamento durante uma coletiva de imprensa, na presença da Chefa de Estado alemã, Ângela Merkel, onde ele se recusou a explicar a índole americana em ajudar os rebeldes sírios, após os dirigentes americanos terem dado a entender, que poderá haver um acerto no fornecimento de armas ilegais ao grupo. 

"Não posso e não vou comentar os detalhes de nossos programas, relacionados com a oposição síria", declarou Obama.

O Presidente americano declarou ainda, que espera que haja continuidade no processo de reconciliação no Afeganistão, apesar da reação de Cabul, em relação ao contato entre os islamitas talibãs e dirigentes de Washington. "Espero que o processo continue, apesar dos desafios", disse ele. 
Horas antes, o governo afegão suspendeu as negociações do acordo bilateral de segurança com os EUA, em sinal de descontentamento, pelo anúncio do contato direto entre Washington e os talibãs. 

Em relação ao escândalo da espionagem eletrônica, Obama explicou que o objetivo dos espiões americanos, não é investigar os correios eletrônicos dos cidadãos americanos, ou europeus, e defendeu o programa de vigilância eletrônica dos serviços de inteligência de seu país. 

O Presidente americano defendeu a vigilância mundial das comunicações telefônicas, e de internet, da Agência de Segurança Nacional (NSA), cujo programa Prism foi criticado na Alemanha, e em outros países europeus. E não poderia ser diferente, diante das inúmeras criticas dirigidas à ele ultimamente, vindas principalmente do povo americano.


Therese Mourad
Gazeta de Beirute

Fonte: G1 e Reuters
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