O mistério em torno de Atlântida


Desde os tempos do Filósofo grego, Platão, a existência da Atlântida e sua esplêndida civilização, tem sido tema de debates, sendo assim, um enigma que rendeu muitos livros sobre o assunto, desde teses de caráter geológico e arqueológico, até outras instigando a busca, desse misterioso e desaparecido continente. De todas as lendas sobre povos e civilizações perdidas, a história de Atlântida é a que mais desperta o interesse no público em geral.

A primeira referência escrita sobre o mito vem dos relatos de Platão, onde Timeu e Crítias são narradas como uma fascinante civilização localizada "além das colunas de Hércules". A existência da ilha continental é descrita com os detalhes históricos de seu povo, sua organização social, política e religiosa, sua geografia e também a sua fatídica destruição. A história antiga da humanidade, em grande parte, constitui um enigma, em virtude da ignorância das pessoas que a escreveram, e dataram certos eventos. Um exemplo disso, é sobre o que dizem a respeito da esfinge, cujos estudos provam que ela data de 12.000 A.C. a 10.500 A.C., sendo que a história divulgada, data  de 4.000 A.C.

Outra indagação, diz respeito às pirâmides no mundo. Elas não estão apenas no Egito, mas também na China, e na América Central, mostrando uma interligação dessas culturas, no passado. O que interliga todas estas civilizações antigas? A resposta mais plausível para esta pergunta, e para outras a respeito do mundo antigo, é a existência da Atlântida. A primeira fonte de informação, ao mundo moderno, foram os escritos de Platão, que falou, inicialmente, da existência de uma ilha submersa, à qual foi dado o nome de Atlântida. Platão soube de Atlântida através de Sólon, que por sua vez, ouviu a história de sacerdotes egípcios, num dos templos da cidade egípcia de Saís.

Atlântida data de 100.000 A.C., e constituindo não uma ilha, mas sim um imenso continente, que se estendia desde a Groenlândia, até o Norte do Brasil. Os atlantes chegaram a conviver com os lemúrios, que viviam num continente no Oceano Pacifico, próximo onde hoje é o Continente Australiano. Naquele continente Atlante, havia muitos terremotos e vulcões, e foi esta a causa, de duas, das três destruições que acabaram por submergi-la. A terceira destruição, não foi determinada por causas naturais, segundo diz “a lenda”.

Na primeira destruição, em torno de 50.000 A.C. várias ilhas junto ao continente atlante afundaram, assim como a parte norte do continente, que ficava próximo a Groenlândia, em virtude da ação dos vulcões e terremotos.

A segunda destruição, devido à mudança do eixo da Terra, ocorreu em torno de 28.000 A.C., quando grande parte do continente afundou, restando algumas ilhas, entre elas, uma que ligava o continente Atlante, à América do Norte.

E a terceira destruição, foi exatamente onde floresceu a civilização citada por Platão, e que foi extinta em uma só noite, afundando-se no mar, restando apenas as partes mais elevadas, e que hoje correspondem aos Açores, em Portugal, segundo uma das teorias de Platão.

Betty Ziade
Gazeta de Beirute
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