29 DE AGOSTO DIA NACIONAL DE COMBATE AO FUMO

Criado em 1986 pela Lei Federal nº. 7.488, o 
Dia Nacional de Combate ao Fumo, 
comemorado em 29 de agosto, tem como 
objetivo, informar, alertar e sensibilizar  as 
pessoas dos males que o cigarro causa.

A FUMAÇA DO CIGARRO 
Na queima de um cigarro são liberadas mais de 4000 substâncias, na forma de gases e partículas. Algumas têm propriedades irritativas, e mais de 60, são conhecidas como carcinogênicas (que podem provocar câncer) em humanos e animais. 

Os componentes gasosos da fumaça são o monóxido de carbono (principal constituinte), o dióxido de carbono, a amônia, o formaldeído, a acroleína, a dimetilnitrosamina e o hidróxido de cianeto. A porção particulada da fumaça é constituída de nicotina, alcatrão, benzeno e benzopireno.       
              
COMO O ORGANISMO É AFETADO PELO FUMO 
O cigarro, em todas as suas formas, aumenta o risco de mortes prematuras e limitações físicas, por doença coronariana, hipertensão arterial, acidente vascular encefálico, bronquite, enfisema e câncer. Entre os tipos de câncer relacionados ao uso do tabaco incluem-se os de pulmão, boca, laringe, faringe, esôfago, estômago, fígado, pâncreas, bexiga, rim e colo de útero. 

Cérebro: A nicotina inalada no cigarro atinge o cérebro em 8 segundos, onde tem um potencial comparável ao da heroína para viciar. 30% a 50% das pessoas que fumam, desenvolvem algum tipo de dependência, e 70% a 90% dos fumantes regulares são viciados. Apenas 6% dos que tentam parar conseguem ficar mais de um mês sem fumar.

Pele: O cigarro diminui o calibre das veias, o que diminui a irrigação sanguínea da pele, e diminui a chegada de oxigênio, e nutrientes, para as células. O resultado é um envelhecimento precoce da pele, com rugas, em média 20 anos mais cedo, do que o não fumante. Entre as mulheres, o cigarro aumenta em mais de 3 vezes, o risco de desenvolver psoríase, doença sem cura, que causa feridas na pele. Entre os homens, ela não chega a causar a doença, mas agrava os sintomas naqueles que já sofrem com ela. 

Olho: Estudos mostram que fumar aumenta em até 3 vezes, o risco de catarata, doença nos olhos que diminui progressivamente a visão, e é a principal causa de cegueira no mundo. 

Boca: Além de mau hálito e dentes amarelados, fumar aumenta de 4 a 15 vezes, a chance de ter câncer de boca, dependendo do quanto se fuma. E mais de 60% das pessoas que diagnosticam esse câncer não tem chance de curá-lo 

Garganta: Pigarro, não é a única coisa que o cigarro traz para a garganta. Ele também é o principal fator de risco para o câncer de garganta, que só no Brasil, registra 6 600 novos casos, e é causa de 3 500 mortes por ano. 

Pulmão: Quem fuma muito tem 20 a 30 vezes, mais chances de ter câncer de pulmão. Ele é o câncer que mais mata homens no Brasil, e desde 2002, o segundo que mais mata mulheres. 80% a 90% dos casos da doença, matam em menos de 5 anos. Além disso, o fumante diminui sua capacidade respiratória e tem maiores chances de ter qualquer doença respiratória, como bronquite e enfisema.  

Estômago: A nicotina aumenta a acidez do estômago, e as chances de gastrite e úlcera. As úlceras demoram mais para cicatrizar, e voltam com mais facilidade nos fumantes. O tabaco também é fator de risco para o câncer de estômago, que atingiu 26 mil pessoas no Brasil, em 2006. 

Coração: O fumo aumenta a pressão arterial, diminui a capacidade respiratória, e aumenta a coagulação sanguínea. Resultado: chances 2 a 3 vezes maiores, de morrer por doenças cardiovasculares, como derrame e enfarto. O risco de enfarto é ainda maior entre mulheres, especialmente para as que usam anticoncepcionais orais. .

Ossos: A osteoporose é um processo de perda de minerais e enfraquecimento dos ossos, que os deixa muito mais fáceis de quebrar. O cigarro é um dos fatores que mais acelera esse processo, mais comum entre as mulheres. Estima-se que uma em cada oito fraturas da cintura, são causadas pelo fumo. 

Sistema reprodutor: O fumo causa problemas vasculares, que aumentam a chance de impotência nos homens. Entre as mulheres fumantes, ele aumenta as chances de menopausa precoce, infertilidade e problemas com a menstruação.  
                                               
CIGARRO NA GRAVIDEZ

Fumo e gravidez não combinam, e infelizmente, existem mulheres que insistem nesse ato tão venoso. Não custa lembrar, no entanto, que os problemas podem se estender para o resto da vida do seu filho. Quando a mãe acende um cigarro, e dá uma tragada, componentes tóxicos, como o monóxido de carbono, chegam até os pulmões, e são liberados para a corrente sanguínea. O coração bombeia o sangue intoxicado para todo o corpo da mãe, inclusive para o feto. 

A placenta, por sua vez, não consegue barrar a passagem de todas essas substâncias, como a nicotina - que, aliás, é considerada "vilã”, porque trabalha contra o bebê. Ao causar estreitamento dos vasos, ela impede que os nutrientes necessários para o desenvolvimento do feto, cheguem satisfatoriamente. O resultado é uma série de problemas para mãe e filho. 

A gestante tem 70% mais chances de ter um aborto espontâneo, e 40% de dar à luz antes da hora. Baixo peso, e altura, riscos de má formação do feto, complicações cardíacas, e risco da síndrome da morte súbita infantil, também são esperados. 

Há ainda, a possibilidade de a criança nascer com tendência à dependência química do cigarro. O fumo pode causar danos à inteligência e ao rendimento intelectual da criança, e que estaria associado a distúrbios do comportamento, e a ocorrência de transtorno de déficit de atenção e hiperatividade. Na amamentação, todo o veneno do cigarro, vai para o leite materno, ou seja, a mãe, e todas as pessoas da casa, devem parar de fumar. 

NARGILE, NARGUILEH, ARGUILE SHISHA:

Uma sessão de narguileh expõe o fumante à inalação de fumaça, por um período muito maior, do que quando ele fuma um cigarro. O volume de tragadas do narguileh, pode chegar a 1.000 ml, em uma sessão de uma hora. Já o volume de tragadas do cigarro, alcança 30 a 50 ml, entre cinco a sete minutos.

Uma simples sessão de narguileh consiste em uma centena de ciclos de tragadas. Podemos afirmar que, em uma sessão, o fumante inala uma quantidade de fumaça, equivalente ao consumo de 100 cigarros ou mais.

Como qualquer outro produto derivado do tabaco, o narguileh contém nicotina,  e as mesmas 4.700 substâncias tóxicas do cigarro convencional. Porém, análises comprovam que sua fumaça, contém quantidades superiores de nicotina, monóxido de carbono, metais pesados, e substâncias cancerígenas, do que a fumaça do cigarro. A concentração dessas substâncias no organismo tem efeito cumulativo, ou seja, quanto maior o tempo de exposição, maiores serão os danos.

Além do tabaco, é colocado carvão em brasa. A queima do carvão produz substâncias cancerígenas, entre elas, o monóxido de carbono, potencializando os riscos para seus consumidores. Por desconhecimento dos usuários, a presença da água faz com que se aspire ainda mais a fumaça, dando a impressão de que o organismo fica mais tolerante, o que é errado. Desse modo, a pessoa vai inalando uma quantidade muito maior de toxinas, sem sentir tanto incômodo.

Mais um alerta, quando pessoas  compartilham  a mesma piteira do narguileh, os níveis de contaminação por tuberculose, herpes labial, e hepatite  aumentam. E esse, também é um grande problema, para a saúde publica. 
                                                     
                        
FUMANTE PASSIVO 

A fumaça, que deixa seu cabelo fedorento na balada, é bem mais perigosa do que parece. Ela contém uma concentração maior de substâncias cancerígenas, que a inalada pelos fumantes. O risco de câncer de pulmão é 30% maior, entre não fumantes expostos ao cigarro, do que entre os que não têm contato com a fumaça. 

O fumante passivo é o indivíduo que não fuma, mas está exposto à fumaça de cigarros de todos aqueles que fumam ao redor, seja, no trabalho, lazer, em casa. O cigarro é o maior poluidor ambiental doméstico, segundo a Organização Mundial da Saúde. Como as pessoas passam 80% de seu tempo em locais fechados, no trabalho, nas residências, ou em locais de lazer, há grande risco de exposição excessiva a esta fumaça.

Os efeitos nocivos, de fumar ativamente, são conhecidos há muitas décadas. O não fumante tem muitas das doenças, que os fumantes costumam apresentar, justamente por estarem expostos à fumaça do cigarro. As pessoas com maior risco, de sofrerem as consequências do fumo passivo, são aquelas que moram com fumantes, ou as que trabalham em ambientes, em que é permitido fumar. O local de trabalho é a principal fonte de exposição à fumaça do cigarro, para profissionais que não moram com fumantes, principalmente, os que trabalham em restaurantes, bares, bingos, cassinos.

Estima-se que aproximadamente 700 milhões de crianças, ou seja, quase a metade das crianças de todo o mundo, são fumantes passivas, principalmente, devido ao hábito de fumar de seus pais. O fumante passivo fica exposto à fumaça do cigarro, que é exalada pelo fumante, e à fumaça da queima final do cigarro. 

A fumaça, exalada pelo fumante, é mais concentrada, contém maior umidade, e mais substâncias voláteis, porém, é menos tóxica do que a fumaça exalada do cigarro, produzida pela sua queima entre as tragadas, ou quando este é abandonado ainda aceso, possui maior quantidade de compostos tóxicos, como por exemplo, N-nitrosaminas, benzopirenos, monóxido de carbono, nicotina e metais pesados.

A quantidade de substâncias tóxicas absorvidas pelo fumante passivo 
depende da:

• Duração da exposição;
• Quantidade e qualidade de ventilação do ambiente;
• Número de cigarros, e de fumantes no local;
• Qualidade do filtro de alcatrão do cigarro.
                            
                                 
CONSEQÜÊNCIAS DO FUMO PASSIVO EM ADULTOS

As principais manifestações clínicas, em fumantes passivos adultos, são sintomas respiratórios em pacientes sadios, exacerbação de efeitos irritativos em pacientes alérgicos, aumento da taxa de mortalidade por doenças cardiovasculares (25 a 35%), de câncer de pulmão, desenvolvimento de câncer do colo do útero, boca, garganta, laringe, esôfago, bexiga, rim, pâncreas, cérebro, tireoide e mama.

Asmáticos, expostos à fumaça do cigarro, têm maior risco de dispneia (falta de ar), e de restrições das atividades diárias. Adultos, continuamente expostos à fumaça do cigarro, têm maior risco de desenvolver asma, do que o não exposto (40 a 60%). 

As principais queixas físicas, apresentadas pelos fumantes passivos, são: Ardência ou queimação das mucosas, com irritação ocular, e da garganta, náuseas, cefaleia, espirros, congestão nasal, rinite e tosse.

CONSEQÜÊNCIAS DO FUMO PASSIVO EM CRIANÇAS

Crianças e bebês, expostas à fumaça do cigarro, têm maior risco de 
apresentarem doenças infecciosas do trato respiratório (bronquite, 
bronquiolite, crupe e pneumonia), otite média, asma, doenças 
cardiovasculares, distúrbios de comportamento, e do desenvolvimento 
neurológico, além de câncer, principalmente, do pulmão. 

Todos estes efeitos são muito semelhantes aos descritos em adultos, mas as crianças são mais suscetíveis à toxicidade da fumaça do cigarro, por serem imaturas em sua constituição. Filhos de fumantes parecem ter dificuldade de aprendizado, atraso no desenvolvimento da linguagem, e mais problemas de comportamento, como hiperatividade, distúrbios de conduta e desatenção. Por fim, crianças que são fumantes passivas, têm mais chances de tornarem-se fumantes no futuro.
                                    

LEI ANTI –FUMO NO ESTADO DE  SAO PAULO 
LEI Nº 13.541, DE 7 DE MAIO DE 2009
Proíbe o consumo de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos, ou de qualquer outro produto fumígeno, derivado, ou não, do tabaco, na forma que especifica.

O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO:
Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta, e eu promulgo a seguinte lei:Artigo 1º - Esta lei estabelece normas de proteção à saúde e de responsabilidade por dano ao consumidor, nos termos do artigo 24, incisos V, VIII e XII, da Constituição Federal, para criação de ambientes de uso coletivo livres de produtos fumígenos.

Artigo 2º - Fica proibido no território do Estado de São Paulo, em ambientes de uso coletivo, públicos ou privados, o consumo de cigarros, cigarrilhas, charutos ou de qualquer outro produto fumígeno, derivado ou não do tabaco.

§ 1º - Aplica-se o disposto no “caput” deste artigo aos recintos de uso coletivo, total ou parcialmente fechados em qualquer dos seus lados por parede, divisória, teto ou telhado, ainda que provisórios, onde haja permanência ou circulação de pessoas.

§ 2º - Para os fins desta lei, a expressão “recintos de uso coletivo” compreende, dentre outros, os ambientes de trabalho, de estudo, de cultura, de culto religioso, de lazer, de esporte ou de entretenimento, áreas comuns de condomínios, casas de espetáculos, teatros, cinemas, bares, lanchonetes, boates, restaurantes, praças de alimentação, hotéis, pousadas, centros comerciais, bancos e similares, supermercados, açougues, padarias, farmácias e drogarias, repartições públicas, instituições de saúde, escolas, museus, bibliotecas, espaços de exposições, veículos públicos ou privados de transporte coletivo, viaturas oficiais de qualquer espécie e táxis.

§ 3º - Nos locais previstos nos parágrafos 1º e 2º deste artigo deverá ser afixado aviso da proibição, em pontos de ampla visibilidade, com indicação de telefone e endereço dos órgãos estaduais responsáveis pela vigilância sanitária e pela defesa do consumidor.

Artigo 3º - O responsável pelos recintos de que trata esta lei deverá advertir os eventuais infratores sobre a proibição nela contida, bem como sobre a obrigatoriedade, caso persista na conduta coibida, de imediata retirada do local, se necessário mediante o auxílio de força policial.

Artigo 4º - Tratando-se de fornecimento de produtos e serviços, o empresário deverá cuidar, e vigiar para que no local de funcionamento de sua empresa não seja praticada infração ao disposto nesta lei.

Parágrafo único - O empresário omisso ficará sujeito às sanções previstas no artigo 56 da Lei federal n.º 8.078, de 11 de setembro de 1990 - Código de Defesa do Consumidor, aplicáveis na forma de seus artigos 57 a 60, sem prejuízo das sanções previstas na legislação sanitária.

Artigo 5º - Qualquer pessoa poderá relatar ao órgão de vigilância sanitária ou de defesa do consumidor da respectiva área de atuação, fato que tenha presenciado em desacordo com o disposto nesta lei.

§ 1º - O relato de que trata o “caput” deste artigo conterá:
1 - a exposição do fato e suas circunstâncias;
2 - a declaração, sob as penas da lei, de que o relato corresponde à verdade;
3 - a identificação do autor, com nome, prenome, cédula de identidade, seu endereço e assinatura.

§ 2º - A critério do interessado, o relato poderá ser apresentado por meio eletrônico, no sítio de rede mundial de computadores - “internet” dos órgãos referidos no “caput” deste artigo, devendo ser ratificado, para atendimento de todos os requisitos previstos nesta lei.

§ 3º - O relato feito nos termos deste artigo constitui prova idônea para o procedimento sancionatório.

Artigo 6º - Esta lei não se aplica:

I - aos locais de culto religioso em que o uso de produto fumígeno faça parte do ritual;
II - às instituições de tratamento da saúde que tenham pacientes autorizados a fumar pelo médico que os assista;
III - às vias públicas e aos espaços ao ar livre;
IV - às residências;
V - aos estabelecimentos específica e exclusivamente destinados ao consumo no próprio local de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou de qualquer outro produto fumígeno, derivado ou não do tabaco, desde que essa condição esteja anunciada, de forma clara, na respectiva entrada.

Parágrafo único - Nos locais indicados nos incisos I, II e V deste artigo deverão ser adotadas condições de isolamento, ventilação do ar que impeçam a contaminação de ambientes protegidos por esta lei.

Artigo 7º - As penalidades decorrentes de infrações às disposições desta lei serão impostas, nos respectivos âmbitos de atribuições, pelos órgãos estaduais de vigilância sanitária e defesa do consumidor.
Parágrafo único - O início da aplicação das penalidades será precedido de ampla campanha educativa, realizada pelo governo nos meios de comunicação, como jornais, revistas, rádio e TV, para esclarecimento sobre os deveres, proibições e sanções impostos por esta lei, além da nocividade do fumo à saúde.

Artigo 8º - Caberá ao Poder Executivo disponibilizar em toda a rede de saúde pública do Estado, assistência terapêutica e medicamentos antitabagismo para os fumantes que queiram parar de fumar.

Artigo 9º - Esta lei entra em vigor no prazo de 90 (noventa) dias após a data de sua publicação.

Palácio dos Bandeirantes, 7 de maio de 2009.
Publicada na Assessoria Técnico-Legislativa, aos 7 de maio de 2009

LEI ANTI-FUMO NO LIBANO -   LAW  174 

A campanha para cumprir a lei 174 que proíbe fumar em espaços públicos fechados é organizado pela IndyACT, Tobacco Free Initiative - TFI e em colaboração com a AUB-Tobacco Research Group Control (TCRG) na Faculdade de Ciências da Saúde. 

Implementação de proibição de fumar em lugares públicos:
A aplicação ocorrerá nos seguintes locais: edifícios governamentais, escolas, universidades, hospitais, clínicas, locais de trabalho, bancos, empresas privadas, centros comerciais, aeroportos e transportes públicos e incluindo o setor de hospitalidade: restaurantes, cafés, hotéis (20% do número total de quartos pode ser usado por fumantes), bares, discotecas, cinemas.

Proibição de venda e servindo produtos de tabaco a jovens menores de idade:
Banido  vender e servir produtos de tabaco a menores de idade, tais como cigarros, eletrônicos e cigarros narguileh, e etc...

 A inclusão de um sinal  "Proibido Fumar" 
 Sinais  com especificações específicas, devem ser incluídos em locais bem visíveis nas salas, entradas, recepções, lanchonetes, casas de banho, bem como propaganda de transporte publico, marcas e proibição de marcas: relacionada a qualquer produto de tabaco ao ar livre, ou dentro de casa anunciadas 

Produtos não relacionados com propaganda indireta.
 Proibição da produção, e importação de qualquer produto que representa, ou se parece com os produtos do tabaco, especialmente aqueles dirigidos às crianças, exemplo: alimentos, chocolate, doces e brinquedos.

Promoções de produtos de proibição do tabaco:
 Proibição de promoções para produtos de tabaco, tais como: promoções, brindes, que entram em um sorteio e da concorrência, e etc...

Anúncios de produtos do tabaco na proibição de mídia:
 Proibir todas as propagandas de tabaco, diretos e indiretos, remunerado ou não, em todos os meios audiovisuais, tais como, mas não limitados a: anúncios de jornal e artigos, revistas, outdoors, anúncios de TV / rádio, programas de TV / rádio e programas, internet etc ...

Proibição de patrocínio:
 A proibição total de qualquer forma de patrocínio pelas indústrias de tabaco, tais como: cultura, esportes e eventos de negócios, e etc ...

Saúde alerta para cobrir 40% das embalagens de tabaco:
 A advertência de saúde deve cobrir 40% de ambos os lados dos maços e embalagens. Isto também se aplica aos produtos locais ou importados de tabaco. Banir todos os produtos de tabaco com mensagens enganosas. E retirar produtos do mercado que incluam mensagens enganosas, como: light, super light, ou codificados por cores, e etc...

FATOS E MENTIRAS

Retirados da pagina “Law 174 - No Smoking Lebanon”, no Facebook, não se deixe de ler!!!  

Você está cansado de ouvir as mentiras dos gerentes de restaurante e pubs, em relação ao direito de fumar? Nós também! Por favor, contribua com esta lista, e compartilhe-a com todos os seus amigos. Precisamos de cidadãos mais responsáveis para exigir seus direitos, e dizer em voz alta aos donos de restaurantes: "Pare de mentir e respeite a lei!”

Mentira n º 1: Você pode fumar dentro, porque a porta e janelas estão abertas.
Fato: É permitido fumar somente se o teto, ou duas paredes, estão completamente abertos. Esta é a forma como a lei define um espaço aberto.

Mentira n º 2: É permitido fumar dentro, porque nossas paredes são cobertas com cortinas de plástico só.
Fato: Para a configuração de serem legais, as paredes devem ser completamente abertas e não coberta com qualquer material.

Mentira n º 3: É permitido fumar na tenda, nós fornecemos fora. É do lado de fora!
Fato: A menos que a tenda tenha um topo aberto, ou dois lados completamente abertos, são considerados um espaço fechado, por isso é proibido fumar no seu interior.

Mentira n º 4: Só é permitido fumar no interior, porque temos um sistema de ventilação especial.
Fato: Se a configuração necessária (teto aberto, ou duas paredes abertas) não existe, os sistemas de ventilação não permitem tornar-se legal fumar em ambientes fechados.

Mentira n º 5: Você pode fumar dentro do estabelecimento, porque temos uma licença.
Fato: A lei não permite licenças, ou exceções. Se você sentir como sendo jocoso, pergunte ao gerente para lhe mostrar a autorização fictícia.

Mentira n º 6: É permitido fumar dentro após 18/23/ meia noite, fins de semana e feriados.
Fato: Fumar em espaços públicos fechados é proibido 24 horas por dia, 7 dias por semana, e 365 dias por ano. Também é ilegal, em 29 de fevereiro, dos anos bissextos.

Mentira n º 7: Lei 174 aplica-se apenas a Beirute e Monte Líbano.
Fato: A lei é aplicável em todo o território libanês. As fazendas Shebaa são uma zona cinzenta.

Mentira n º 8: A lei foi suspensa. Você não ouviu as notícias hoje?
 Fato: A lei 174 continua em seu pleno vigor; e não pode ser suspensa ou modificada sem voto parlamentar. (Para o registro de interesse: 126, dos 128 deputados, votaram a favor da Lei 174).

Mentira n º 9: A polícia chegou outro dia, e disse que a nossa configuração é legal.
Fato: A polícia chegou outro dia, e deu-nos uma multa. Ah, e nossa configuração ainda é ilegal, mas nós estamos tentando enganá-lo.

Mentira n º 10: A polícia nunca vem aqui.
Fato: Nós já acumulamos tantas multas, que o proprietário do café vizinho fica com ciúmes.

Mentira n º 11: Chame quem você quiser, nós subornamos o oficial mais graduado, com US $ 100.
 Fato: Embora casos de corrupção não possam ser descartados, nenhum único policial foi flagrado recebendo propina. Se este fosse o caso, subornar a polícia também é crime, e nós “inteligentes“ que somos, admitimos isso também.

Mentira n º 12: Chame quem você quiser, estamos "ligados".
Fato: Nós dissemos a mesma coisa para os policiais, quando eles estavam escrevendo-nos uma multa, na semana passada. Nós até mesmo tentamos fazer várias dessas chamadas, mas não conseguimos escapar da multa.
Mentira n º 13: Área para fumantes, e não fumantes?
 Fato: A lei proíbe estritamente dividir um espaço público fechado, em zonas de fumantes e não fumantes. 

Mentira n º 14: Não se preocupe, se você fuma dentro do nosso estabelecimento, levamos toda a responsabilidade pelo pagamento da multa.
Fato: Além da multa paga pelo estabelecimento, qualquer indivíduo que violar a lei, pagará uma multa de 135 mil LL.

Mentira n º 15: A polícia não está autorizada a entrar nas nossas instalações; lidamos com eles fora.
Fato: A polícia pode entrar em qualquer estabelecimento, e já multou vários indivíduos, que fumavam em espaços públicos fechados.

Mentira n º 16: Nosso local é um espaço privado, porque as pessoas precisam fazer uma reserva para poder entrar.
Fato: Algumas mentiras são sutis, e isso definitivamente não é uma delas. 


O texto original, na íntegra, em inglês, pode ser lido aqui:

                        

DEPOIS DE TUDO ISSO, VOCÊ AINDA QUER CONTINUAR FUMANDO?


Carla Mussallam Al Masri 
Fontes: Jornal nacional/Sonhosbr/psicoativas 
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