A origem dos conflitos no amor

Tem dias que você acorda e seu companheiro (a) parece te irritar, parecendo até uma afronta pessoal? 

Tem dias que bate aquela preguiça de relevarmos, ou entendermos, o comportamento do nosso amor? 

Por que ele (a) faz isto? Acredito que muita gente tenha passado por 
algumas dessas situações... 

Mas você sabe por quê? Por que, parece que temos pecinhas tão 
diferentes, que nunca se encaixam no quebra-cabeça do amor? 

Porque nós somos pessoas únicas, diferentes e inigualáveis. 

Já não é fácil lidarmos com nós mesmos, que dirá com outra pessoa, que nos relacionamos intimamente, diariamente, com demandas emocionais tão diferentes. O ser humano, de modo geral, tem muita dificuldade em se colocar no lugar do outro. 

Uma situação que gera muitos conflitos é a famosa, e tão temida, rotina. A rotina pode nos transformar em repetidores de ações, e pensamentos, causando-nos um sério enrijecimento de consciência, sendo assim, nossas experiências se tornam cada vez mais limitadas e desmotivantes; não propiciando mudanças e desenvolvimento do relacionamento. 

A diferença de personalidade entre os cônjuges podem ser, em longo prazo, uma importante aliada para tornar a rotina mais interessante. Ideias, e gostos diferentes, geram experiências novas e motivadoras, podendo deixar o dia-a-dia, menos tedioso. 

Outra questão de atrito, pode se dar também, porque a relação amorosa integra duas vidas, em que qualquer mudança (emocional, mental, física) em um dos membros, afeta o todo, que vai assumindo novas formas. 

É na relação amorosa que o vulcão de problemas psicológicos pessoais vem à tona, pois quando nos relacionamos intimamente com alguém, nos exploramos a fundo, entramos em contato com o melhor e o pior de nós. A comunicação pode ser a chave do sucesso, e também do fracasso, do relacionamento. A maneira como comunicamos algo, define o clima emocional subsequente, e determina se haverá conflito ou não. 



Cuidado com a autodefesa excessiva, nas conversas com seu parceiro, às vezes vale mais a pena se desarmar, e ouvir o que ele tem a dizer. Nossas reações emocionais, às situações, são fruto de nossas vivências, tomamos decisões, com base em nossa história, e o que aprendemos a fazer e a sentir.


Giselle Dechen - Terapia Online
Gazeta de Beirute 
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