Ex-líder de seita religiosa é executado no Japão





Foi executado hoje no Japão o ex-líder do culto Aum Shinrikyo, acusado de realizar um ataque de gás sarin, no metrô de Tóquio, em 1995.

O ataque feriu milhares de pessoas e matou 13 delas, Asahara também foi acusado de cometer outro ataque com gás sarin em 1994, matando oito pessoas e deixando 600 feridas. O líder se disse inocente, e até quis compensar as famílias das vítimas.

Outros seis membros do culto também serão executados.

O culto, cujo nome significa "verdade suprema", começou na década de 1980 como um
grupo espiritual que mistura crenças hindus e budistas, com  elementos de profecias cristãs
apocalípticas. Após alguns anos, o grupo começou a pregar que o mundo enfrentaria uma
guerra mundial, e apenas os seus seguidores seriam salvos.

O fundador do grupo, Shoko Asahara, também conhecido como Chizuo Matsumoto,
por algumas vezes, declarou ser Cristo.

Acredita-se que Aum Shinrikyo ainda tenha milhares de seguidores pelo mundo,
mas é considerada uma organização terrorista por vários países. No Japão, a seita é legal, no
entanto seus membros estão sempre sujeitos a vigilância.

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